Video sobre processo criativo e inovação |
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Everything is a Remix Part 3 from Kirby Ferguson on Vimeo. Fonte: O ótimo site da Fast Company dedicada a Design&Business: Co Design. |
DESIGN DE SERVIÇOS por Denise Eler |
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Embora a economia mundial seja dirigida pelo setor de serviços, esta área não tem recebido a mesma atenção do ponto de vista do planejamento das experiências, como já acontece com o setor produtivo de bens materiais. Pesquisa recente revelou que embora 80% das empresas acreditem que ofereçam um ótimo serviço aos seus clientes, somente 8% destes concordam. Isto acontece porque um serviço, normalmente, é pensado apenas em termos de seus componentes funcionais, focando em processos e tecnologias. Diferentemente de produtos, serviços são narrativas que se desenvolvem em um determinado período de tempo e envolvem uma complexa interação entre pessoas, tecnologias e interesses. A percepção de valor de um serviço está atrelada a quesitos funcionais e emocionais. Por tratar-se de um sistema dinâmico, a solução de problemas em serviços exige uma visão sistêmica do processo o que significa alinhar a estratégia corporativa, à demanda e à cadeia de suprimentos. Dito de outra forma, a estratégia de serviços deve estar integrada à missão e visão das empresas, a fim de que a percepção de valor não se perca e de que a promessa de entrega se cumpra. Uma visão taylorista, fragmentada da ecologia de serviços, mina as possibilidades de oferta de experiências significantes que estreitem o relacionamento dos clientes com a empresa provedora. Diante do cenário competitivo do século XXI, torna-se imperativo repensar, então, as formas de servir, não perdendo de vista o desafio de se fazer mais com menos (compromisso com o meio ambiente); mas também de se entregar mais significado em cada interação com os pontos de contato do cliente com a Empresa. Este compromisso pressupõe repensar todo o processo de concepção de serviços tendo como ponto de partida seus usuários. DESIGN DE SERVIÇOS – Uma abordagem para inovação centrada nas pessoas A visualização da experiência completa ajuda a evidenciar que partes da narrativa são mais importantes e que partes precisam ser mais bem conectadas, ou até mesmo, eliminadas. Para que estas decisões sejam tomadas, a estratégia de negócio deve estar bem clara para a organização, uma vez que o objetivo do Design de Serviços é oferecer uma experiência interativa de alto valor emocional aos seus usuários. Para tanto, as soluções propostas devem estar de acordo com três valores básicos: a desejabilidade (serviços que as pessoas irão amar e recomendar aos seus amigos), a viabilidade (conformidade com o negócio), e a factibilidade (conhecimento das tecnologias e restrições existentes).
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Fórum Universidades Corporativas |
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Pessoas, desculpem o sumiço. Muitas coisas boas acontecendo, e uma delas é o Fórum Universidades Corporativas que acontece em SP, dia 26. Eu estarei lá compartilhando o Case Da Vinci – O Programa de Competências para Inovação que desenhei para o Isvor Fiat. Contarei detalhes quando voltar. Vejam a programação: O Fórum Educação Corporativa 2011 é uma realização da revista T&D Inteligência Corporativa e vai mostrar como as Universidades Corporativas e os Sistemas de Educação Corporativa podem contribuir para a excelência humana, criando valor nas soluções que melhoram a inteligência e a competitividade empresarial. É um evento para promover debates e trocas de experiências entre as empresas interessadas na Educação Corporativa e seus resultados. PROGRAMA 8h15 – Recepção 8h45 – Contextualização Apresentação: Marcos Baumgartner – Revista T&D Inteligência Corporativa 9h às 10h – Educação Corporativa: Vantagem Competitiva ou Despesa Garantida? Apresentação – Darlan Oliveira Rocha Darlan é bacharel em Direito, com especialização em Gestão de Pessoas e Lead Assessor. Mestrando em Educação, Arte e História da Cultura, foi responsável pelo departamento de Recursos Humanos do Grupo Hoken, eleito em sua gestão como uma das “150 Melhores Empresas para se Trabalhar” e uma das “50 Melhores para a Mulher Trabalhar”, segundo pesquisas das revistas Exame e Você S/A. Atualmente é Coordenador das Pós-graduações do Centro Universitário SENAC – Campus Santo Amaro. 10h às 10h30 – Networking café
11hs30 às 12h – Síntese da manhã e Interatividade Condução: Daniel Castello 12h às 13h30 – Almoço e sorteios 13h30 às 14h30h – Universidade Corporativa: concebendo o projeto de implantação Apresentação: Profª. Josilene Marinho – Coordenadora de Universidade Corporativa – FGV Online Josi Marinho é Mestre em Letras pela UERJ, Pós-Graduada em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getulio Vargas, Especialista em Literatura Brasileira e Graduada em Letras pela UERJ. Trabalha no FGV Online, o programa de Ensino a Distância da Fundação Getulio Vargas, desde 2007, tendo atuado como Supervisora dos Produtos de Curta e Média Duração e MBAs, e como Gerente de Projetos de Universidade Corporativa, acompanhando o processo de implantação e gestão de Universidade Corporativa. Em 2009 assumiu como Coordenadora do produto Universidade Corporativa do FGV Online, coordenando projetos de implantação e gestão de programas de educação corporativa. 14h30 às 15h – Networking café 15h às 16h – a confirmar Apresentação – Quando aprender se transforma em resultados: Programa Capacidade Máxima da Petrobras Distribuidora. Apresentação: Andrea Ramal – Sócia Diretora da ID Projetos Educacionais 16h às 16h30 – Síntese da tarde e Encerramento Condução: Daniel Castello - |
Design Reality – 6 episodios |
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Design for Life from design on Vimeo.
Design for life | Episode 2 from designforlife|episode2 on Vimeo.
Design for life | Episode 4 from designforlife on Vimeo.
Design for Life | Episode 5 from designforlife on Vimeo.
Design for Life Episode 6 from designforlife on Vimeo. |
Design e Inovacao Disruptiva |
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No Livro DESIGN DRIVEN INNOVATION, Roberto Verganti afirma que Design é sobre dar significado as coisas – antes de tudo. Todo o mais em um produto ou serviço é, ou deveria ser, conseqüência disso. Parece uma afirmação simples, mas não é. Significado não é algo inerente as coisas. É uma interpretação pessoal sobre algo. Então não esta no controle do designer, é sempre um risco projetar algo. O designer pode, no máximo, SUGERIR significados (e estar atentos as ressignificações que surgem na interação objeto-usuário). Como o designer reduz a incerteza? Pesquisa de campo (que pressupõe empatia), prototipaçãoe muito feeling! Estes são os pilares do design thinking. |
À medida que fomos nos afastando da Era Industrial, novas demandas foram criadas para os designers. Hoje, a forma como resolvemos problemas clássicos da área tem sido apropriada por Escolas de Negócios e Empresas, exigindo uma formação diferenciada destes profissionais. É neste contexto que surge o Design de Serviços e o Design da Gestão - aplicações do Design Thinking a desafios que extrapolam a criação de artefatos. Talvez o maior desafio dos designers, hoje, seja fazer um redesign (ou seria um resgate?) de seu ethos. Este blog é sobre estes três temas convergentes: INOVAÇÃO, SUSTENTABILIDADE E DESIGN THINKING.
