Queridos, um evento imperdível em SP, onde vou compartilhar com os convidados um case envolvendo tres grandes empresas: Isvor, Fiat e FCL.
Em 2009 toda bibliografia em DT s
ó estava disponível em inglês. Ql não foi minha surpresa qdo me deparei com o livro CONSUMO AUTORAL, de Francesco Morace – respeitado sociólogo à frente do Future Concept Lab. Numa época em que virou moda falar em tendências e que qq um se auto intitula COOLHUNTER, ter acesso ao trabalho de Morace e sua equipe é um refrigério. Um trabalho sério, com fundamentação teórica e produção de conhecimento sobre comportamento e consumo.
“Como consultor estratégico desenvolveu inúmeros trabalhos para mais de 100 empresas italianas e internacionais, além de palestras e seminários em 20 Países do mundo, da Colômbia a Argentina até EUA, China, Rússia, Turquia, Japão e Finlândia”.
No início deste ano, indiquei a FCL para realizar uma pesquisa para a Fiat, no Projeto Mind the Gap. Este case você saberá em detalhes se participar do evento
. See you!
Evento: CENÁRIO INTERNACIONAL DE TENDÊNCIAScom o presidente do Future Concept Lab Francesco Morace e seu time Itália e Brasil, Sabina Deweik, Nicoletta Vaira e Laiza Martins
Convidados: Denise Eler (Isvor Fiat) e Luciana Rodrigues (Petrobrás BR)
Pela primeira vez o Future Concept Lab, pioneiro instituto de pesquisa de tendências e consultoria estratégica com 22 anos no mercado, lança uma nova experiência de formação no Brasil; um evento que promete marcar o calendário de tendências na cidade de São Paulo. É o Cenário Internacional de Tendências 2012, que contará com a presença do sócio-fundador do FCL, Francesco Morace, o time de pesquisadores seniores da Itália e do Brasil e a diretora da empresa no Brasil, Sabina Deweik.
Durante um dia, o público fará uma imersão no Cenário de Tendências locais e globais, nas áreas de estética consumo, comunicação e varejo bem como nas metodologias, cases de aplicação, design thinking e estratégias para desenvolvimento de mercados futuros




Bastante interessante o comentário e indicação do livro “Consumo Autoral” de Francisco Morace. No entanto, ao lermos resenha também bastante competente publicada por Janiene dos Santos Silva na Revista Signos de Consumo, pareceu-nos que o autor e a linha adotada no livro, privilegiam uma visão desvinculada da realidade prática e que caminha num sentido muito subjetivo. Será esse mesmo o caminho para as empresas e para o design thinking?
Oi, Clara
Interessante sua percepção. O DT propõe justamente o contrario: sair das idealizações e abstrações de um consumidor definido pelo MKT e ir a campo para entender comportamentos.
Quanto a abordagem do Morace, explique melhor: porque te pareceu subjetiva?