Você pensa como um designer? Seus filhos estao sendo educados no Mindset da economia criativa ou no Mindset da economia industrial? Em 2020, que competências as pessoas precisarão ter para se destacar no mercado?
Vejam este excelente estudo sobre as competências do “futuro”,
um dos meus assuntos preferidos
Destaque para SENSE MAKING, CROSS CULTURAL SKILL e Design Mindset. Meu deu mais vontade ainda de trabalhar com políticas publicas na educação
Por enqto, sigo ajudando lideres e empresários a fazerem a transição
Para este modelo mental. O Isvor tem sido um ótimo laboratório para isso e os resultados começam a impactar a Fiat SA. Esta experiência
de introduzir o DT no setor automotivo nao tem preço.
Ano passado trabalhei com empresários de TI, pelo SEBRAE. Embora
Historicamente TI faca parte da Era da Informação, da Era digital, o Mindset continua industrial (FABRICA DE SOFTWARE). Nao foi muito diferente o que trabalhar com engenheiros. Porém, lidar com empresários sim! DT precisa ser apresentado as micro e pequenas empresas om urgência. As start ups ja comecam a reconhecer a importância de um sócio designer no negocio. Muito perspicaz pensarem assim. Bom para os designers que querem ir além do trabalho tático e operacional. Pena que grande parte dos designers sofram de miopia ( ou seria cegueira) qto suas próprias competências. E que outros estejam ocupados demais com seus umbigos pra enxergarem outras perspectivas, ou mesmo formatados pelo sistema industrial que deu origem a sua profissão.
Felizmente, em um futuro próximo, o design mindset nao sera privilegio de designers. Trabalho para antecipar este futuro.
Bom, curtam o pdf
Key Findings
We chose to highlight six drivers—big, disruptive shifts that are likely to reshape the landscape for organizations and workers. Although each driver is in itself important when thinking about the future, it is the confluence of several drivers working together that produces true disruptions. We then identified 10 skills that we believe will be vital for success in the workforce:
Sense-making: ability to determine the deeper meaning or significance of what is being expressed
Social intelligence: ability to connect to others in a deep and direct way, to sense and stimulate reactions and desired interactions
Novel and adaptive thinking: proficiency at thinking and coming up with solutions and responses beyond that which is rote or rule-based
Cross-cultural competency: ability to operate in different cultural settings
Computational thinking: ability to translate vast amounts of data into abstract concepts and to understand data-based reasoning
New media literacy: ability to critically assess and develop content that uses new media forms, and to leverage these media for persuasive communication
Transdisciplinarity: literacy in and ability to understand concepts across multiple disciplines
Design mindset: ability to represent and develop tasks and work processes for desired outcomes
Cognitive load management: ability to discriminate and filter information for importance, and to understand how to maximize cognitive functioning using a variety of tools and techniques
Virtual collaboration: ability to work productively, drive engagement, and demonstrate presence as a member of a virtual team




Eu de novo. Impossível não comentar este post. Educação está entre os meus TOP 5 assuntos prediletos.
Primeiro quero endossar a relevância do estudo “Future Work Skills 2020″. É leitura obrigatória para os profissionais que desejam construir suas carreiras centradas em “pessoas e suas necessidades em constante mutação” (antigamente chamávamos isso de mercado).
Também tenho percebido que a escolha da educação profissional (graduação, pós, blá, blá, blá) em muitos casos acompanha fortes influências das tendências de curto prazo, o que é importante, mas insuficiente para quem quer botar pra quebrar em um planeta em intenso rearranjo de ideias, coisas, processos, prioridades, formas, locais, pessoas, etc. A velocidade destes rearranjos é infinitamente maior que qualquer processo educacional, que é longo e caro.
Na minha visão, buscar enxergar suas próprias competências ou emergir da cegueira da rotina do dia a dia como você disse, é um belo começo para potencializar a preparação profissional para agora e para depois (2020, 2021, 2022…).
Fiz parte desse grupo do Sebrae com as empresas de TI, e fico feliz de saber que não enquadramos no molde de fábrica de software, por sermos uma empresa de base tecnológica.
Mas, mesmo assim, muitos paradigmas precisam ser mudados. Esperar resultados diferentes tomando ações iguais não tiram agente do lugar.
Ideias estão sendo mais valorizadas, mas o problema no algoritmo da educação é tão complicado, que as ideias deixam a desejar.
Semana passada as empresas de TI promoveram um espaço para alunos apresentarem ideias, e nós, empresas, iriamos “encubar” o projeto, e bancar pro seu desenvolvimento caso fosse bom. Isso dentro da UFU, uma universidade federal, que está entre as melhores do país.
Numa gama de 2500 alunos relacionados a TI, somente QUATRO apresentaram ideias.
Isso mostra duas coisas: 1º os alunos não sabem pensar diferente daquilo que é pedido a eles. 2º o modelo educacional de nível superior tem problemas.
E o que nós, empresários podemos fazer? Quero contratar, quero pagar bem, quero crescer, e cade pessoas?
Oi, Ana! Com certeza a Landix está em outro nível. O modelo é uma droga mesmo. Como disse Ken Robinson: castrador da criatividade. Mas ja estao surgindo alguns movimentos interessantes. Nao advogo o fim da Escola, mas a inovação no modelo. Beijo
fugindo um pouco do assunto, acho que você poderia fazer um post sobre prototipação. Para objetos dos mais simples, para os grandiosos (carros, prédios, etc.) e para serviços.