﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Design Thinking / Design Estratégico [ Design, o verbo ] &#187; Tim Brown</title>
	<atom:link href="http://www.eler.com.br/index.php/category/tim-brown/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.eler.com.br/index.php</link>
	<description>Denise Eler fala sobre Design Thinking, Sustentabilidade e Inovação</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 00:50:46 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>FROM DESIGN TO DESIGN THINKING</title>
		<link>http://www.eler.com.br/index.php/from-design-to-design-thinking/</link>
		<comments>http://www.eler.com.br/index.php/from-design-to-design-thinking/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 03:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[IDEO]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Brown]]></category>
		<category><![CDATA[VIDEO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.eler.com.br/index.php/?p=379</guid>
		<description><![CDATA[
&#8220;Mas me ocorreu que o que eu achava ser design não era assim tão importante &#8211; fazer coisas mais bonitas, mais fáceis de usar, mais comerciais.&#8221;  Tim Brown  &#8211; IDEO
Neste vídeo, Tim fala de como passou a enxergar DESIGN de uma forma diferente do que é ensinado nas Escolas. Ele desenvolve seu raciocínio mostrando exemplos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/TimBrown_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/TimBrown-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=646&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=tim_brown_urges_designers_to_think_big;year=2009;theme=not_business_as_usual;theme=technology_history_and_destiny;theme=the_creative_spark;theme=design_like_you_give_a_damn;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" wmode="transparent" bgcolor="#ffffff" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/TimBrown_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/TimBrown-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=646&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=tim_brown_urges_designers_to_think_big;year=2009;theme=not_business_as_usual;theme=technology_history_and_destiny;theme=the_creative_spark;theme=design_like_you_give_a_damn;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"></embed></object></p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Mas me ocorreu que o que eu achava ser design não era assim tão importante &#8211; fazer coisas mais bonitas, mais fáceis de usar, mais comerciais.&#8221;  Tim Brown  &#8211; IDEO</strong></p></blockquote>
<p>Neste vídeo, Tim fala de como passou a enxergar DESIGN de uma forma diferente do que é ensinado nas Escolas. Ele desenvolve seu raciocínio mostrando exemplos de como &#8220;design&#8221; tratava de problemas de peso, e dependia de uma visão sistêmica do profissional e que, após a Revolução Industrial, foi perdendo importância até ser reduzido a aparência e moda. Precisamente, na metade do século XX, a visão de design foi reduzida a aparência devido  à associação com o consumismo (Ver post 1 deste blog). De invenção/inovação para apelo estético/moda. No momento, estamos recuperando o status anterior. Os designers estão voltando a pensar em todo o sistema, na estratégia de negócio. Ao pensar em sistemas, não apenas em produtos, nós designers, podemoas causar IMPACTO no mundo em que vivemos. Tim mostra vários exemplos de DT aplicados a problemas sociais na Africa.</p>
<p>Então, ele define os pilares do DT:</p>
<p><strong>Human-centric: </strong>economia e tecnologia são importantes, mas o ponto de partida são as necessidades humanas (pessoas e a cultura na qual se inserem)</p>
<p><strong>Prototipagem (Learning by doing) </strong>Construir para pensar, ao invés de pensar para construir. Protótipos aceleram o processo de inovação</p>
<p><strong>Co-design:</strong>  Envolver a comunidade na solução do problema, além de especialistas e não-especialistas.</p>
<p><strong>&#8220;Design é importante demais para ser deixado nas mãos dos designers.&#8221;  Tim Brown  &#8211; IDEO</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.eler.com.br/index.php/from-design-to-design-thinking/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Design Thinking Embedded</title>
		<link>http://www.eler.com.br/index.php/design-thinking-embedded/</link>
		<comments>http://www.eler.com.br/index.php/design-thinking-embedded/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 01:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eler</dc:creator>
				<category><![CDATA[BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[Design Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[IDEO]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Brown]]></category>
		<category><![CDATA[CHANGE BY DESIGN]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.eler.com.br/index.php/?p=206</guid>
		<description><![CDATA[
A maioria das aulas que tive foi expositiva. Um professor, normalmente mal pago e por isso mal-humorado, falava horas a fio, andando para lá e para cá. Parecia mais preocupado em lembrar a ordem exata de suas idéias do que em observar se estávamos entendendo o assunto ou não. Ensinavam as capitais do mundo, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.inwithfor.org/wp-content/uploads/2010/01/design-thinking.png" alt="" width="573" height="480" /></p>
<blockquote><p>A maioria das aulas que tive foi expositiva. Um professor, normalmente mal pago e por isso mal-humorado, falava horas a fio, andando para lá e para cá. Parecia mais preocupado em lembrar a ordem exata de suas idéias do que em observar se estávamos entendendo o assunto ou não. Ensinavam as capitais do mundo, o nome dos ossos, dos elementos químicos, como calcular o ângulo de um triângulo e muitas outras informações que nunca usei na vida. Nossa obrigação era anotar o que o professor dizia e na prova final tínhamos de repetir o que havia sido dito.</p>
<p>A prova final de uma escola brasileira perguntava recentemente se o país ao norte do Uzbequistão era o Cazaquistão ou o Tadjiquistão. Perguntava também o número de prótons do ferro. E ai de quem não soubesse todos os afluentes do Amazonas. Aprendi poucas coisas que uso até hoje. Teriam sido mais úteis aulas de culinária, nutrição e primeiros socorros do que latim, trigonometria e teoria dos conjuntos.</p>
<p><strong>Curiosamente não ensinamos nossos jovens a pensar. Gastamos horas e horas ensinando como os outros pensam ou como os outros solucionaram os problemas de sua época, mas não ensinamos nossos filhos a resolver os próprios problemas.</strong></p>
<p>Ensinamos como Keynes, Kaldor e Kalecki, economistas já falecidos, acharam soluções para um mundo sem computador nem internet. De tanto ensinar como os outros pensavam, quando aparece um problema novo no Brasil buscamos respostas antigas criadas no exterior. Nossos economistas implantaram no Brasil uma teoria americana de &#8220;inflation targeting&#8221;, como se os americanos fossem os grandes especialistas em inflação, e não nós, com os quarenta anos de experiência que temos. Deu no que está aí.</p>
<p>De tanto estudar o que intelectuais estrangeiros pensam, não aprendemos a pensar. Pior, não acreditamos nos poucos brasileiros que pensam e pesquisam a realidade brasileira nem os ouvimos. Especialmente se eles ainda estiverem vivos. (comentário meu &gt; PAULO FREIRE: ovacionado lá fora e negligenciado aqui no Brasil.) É sandice acreditar que intelectuais já mortos, que pensaram e resolveram os problemas de sua época, solucionarão problemas de hoje, que nem sequer imaginaram. Raramente ensinamos os nossos filhos a resolver problemas, a não ser algumas questões de matemática, que normalmente devem ser respondidas exatamente da forma e na seqüência que o professor quer.</p>
<p>Matemática, estatística, exposição de idéias e português obviamente são conhecimentos necessários, mas eu classificaria essas matérias como ferramentas para a solução de problemas, ferramentas que ajudam a pensar. Ou seja, elas são um meio, e não o objetivo do ensino. Considerar que o aluno está formado, simplesmente por ele ter sido capaz de repetir os feitos intelectuais das velhas gerações, é fugir da realidade.</p>
<p>Num mundo em que se fala de &#8220;mudanças constantes&#8221;, em que &#8220;nada será o mesmo&#8221;, em que o volume de informações &#8220;dobra a cada dezoito meses&#8221;, fica óbvio que ensinar fatos e teorias do passado se torna inútil e até contraproducente. No dia em que os alunos se formarem, mais de dois terços do que aprenderam estarão obsoletos. Sempre teremos problemas novos pela frente. Como iremos enfrentá-los depois de formados? Isso ninguém ensina.</p>
<p>Existem dezenas de cursos revolucionários que ensinam a pensar, mas que poucas escolas estão utilizando. São cursos que analisam problemas, incentivam a observação de dados originais e a discussão de alternativas, mas são poucas as escolas ou os professores no Brasil treinados nesse método do estudo de caso.<strong> (</strong>comentário meu &gt; <strong>OPS! As escolas de Design fazem isso há anos, desde sempre!)</strong></p>
<p>Talvez por isso o Brasil não resolva seus inúmeros problemas. Talvez por isso estejamos acumulando problema após problema sem conseguir achar uma solução.</p>
<p>Na próxima vez em que seu professor começar a andar de um lado para o outro, pense no que você está perdendo. Poderia estar aprendendo a pensar.</p></blockquote>
<blockquote><p>Stephen Kanitz é administrador (www.kanitz.com.br)<br />
<a href="http://www.kanitz.com.br/veja/pensar.asp">Aprendendo a pensar</a> &#8211; Artigo Publicado na Revista Veja, Editora Abril, edição 1763, ano 35, nº 31, 7 de agosto de 2002, página 20.</p></blockquote>
<p>Gosto muito deste artigo do Kanitz, de 2002! E super atual. Terminando de ler o Change by Design, em que Tim Brown fala da necessidade de repensarmos as Escolas, não pude deixar de lembrar esta leitura. Sorte que está na net.</p>
<p>Pois bem, querido Kanitz,  se você está acompanhando toda esta discussão sobre Design Thinking deve saber que há luz no fim do túnel <img src='http://www.eler.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.eler.com.br/index.php/design-thinking-embedded/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Designer: Criador de obstáculos?</title>
		<link>http://www.eler.com.br/index.php/design-criador-de-obstaculos/</link>
		<comments>http://www.eler.com.br/index.php/design-criador-de-obstaculos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 23:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eler</dc:creator>
				<category><![CDATA[BOOKS]]></category>
		<category><![CDATA[Denise Eler]]></category>
		<category><![CDATA[Design Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Design Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Brown]]></category>
		<category><![CDATA[Vilem Flusser]]></category>
		<category><![CDATA["cradle to cradle"]]></category>
		<category><![CDATA[Design Durable]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.eler.com.br/index.php/?p=196</guid>
		<description><![CDATA[ 
Como falar de Design Thinking sem pensar em Vilem Flusser?
Seu Ensaio &#8220;Design: obstáculo para remoção de obstáculos?&#8221; me lembrou esta frase do Tim Brown:
&#8220;Often, in our enthusiasm for solving the problem in front of us, 
we fail to see the problems that we create.&#8221; 
Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://obviousmag.org/olhares/arquivo/2010/03/iphone_romance.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Feed%3A+OBVIOUS+%28o+b+v+i+o+u+s%29"><img class="alignnone" src="http://obviousmag.org/olhares/comunidade/contributos/2010/2808e1318d5816587f965f55d2b2316e.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><strong> </strong></p>
<p><strong>Como falar de Design Thinking sem pensar em Vil</strong><strong>em Flusser?</strong></p>
<p>Seu Ensaio &#8220;Design: obstáculo para remoção de obstáculos?&#8221; me lembrou esta frase do Tim Brown:</p>
<p><strong>&#8220;Often, in our enthusiasm for solving the problem in front of us, </strong></p>
<p><strong>we fail to see the problems that we create.&#8221;<em><a title="Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation" href="http://www.amazon.com/dp/0061766089" target="_blank"> </a></em></strong></p>
<p><strong><em><a title="Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation" href="http://www.amazon.com/dp/0061766089" target="_blank">Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation</a>.</em></strong></p>
<p><strong>Tim Brown (p. 194)</strong></p>
<p>A problemática do design contemporâneo, segundo Vilém Flusser:</p>
<blockquote><p>Todo objeto criado pelo homem visa resolver um problema, e acaba criando novos problemas, novos obstáculos.</p>
<p>OBJETO: Ob-iectum, em latim; problema, em grego</p>
<p>DESIGNER: Todo aquele que produz o mundo artificial</p></blockquote>
<p><strong>Paradoxo do DESIGN: Produzimos obstáculos para a remoção de obstáculos</strong></p>
<p>Questão colocada por Flusser aos designers:  <strong>“ Como devo configurar estes projetos para que ajudem os meus sucessores a prosseguir e, ao mesmo tempo, minimizem as obstruções em seu caminho?” </strong></p>
<p>Questão política e estética do design contemporâneo, segundo Flusser<strong> (&#8230;) ela (a cultura) está caracterizada por objetos de usos cujos designs foram criados irresponsavelmente, com a atenção voltada apenas para o objeto.</strong></p>
<p>Solução “ Os objetos de uso precisam significar cada vez menos obstáculo e cada vez mais veículo de comunicação entre os homens.” <a href="http://editora.cosacnaify.com.br/Default/1/Cosac-Naify.aspx"></a></p>
<p><a href="http://editora.cosacnaify.com.br/Default/1/Cosac-Naify.aspx">Livro: </a> Vilem Flusser &#8211; O mundo Codifiado , Organização de Rafael Cardoso e <a href="www.vilemflusser.blogspot.com">Blog </a></p>
<p>Em breve publicarei uma ferramenta para auxiliar designer nesta tarefa <img src='http://www.eler.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.eler.com.br/index.php/design-criador-de-obstaculos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

